Este blog surgiu na onda dos blogueiros cinéfilos, que falavam sobre filmes, animes e outras nerdices. Naquela época (e já faz tempo!) não existia nenhum youtuber dedicado à filmes de artes marciais. Mas hoje temos um que está fazendo um trabalho muito bem feito e evolui a cada dia, é o Cinema Alex Michael Já sou fã desse cara, então entra no canal dele e se inscreve:
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Na Era dos Youtubers...
domingo, 19 de janeiro de 2014
Jackie Chan: Um Kickboxer Muito Louco
O blog possui poucos posts e neste mês de janeiro completa 5 anos, o tempo passa e a Poupança Bamerindus... bom o banco faliu! Mas voltando ao assunto e falando sério, não seria justo de minha parte não falar de filmes que afloram a minha nostálgica infância, ui.
飛鷹計劃 [Fei Ying Gai Wak/Armour of God II: Operation Condor]. Hong Kong, 1991. De Jackie Chan. Ação/Comédia.
Para muitos fãs brasileiros de Jackie Chan (ou pelo menos para mim), "Armour of God II: Operation Condor" é sem dúvidas um clássico, pois muito moleque da minha geração só conheceu o astro chinês por causa desse filme, reprisado uma pancada de vezes pelo SBT em meados dos anos 1990. Lembro-me de tê-lo visto "pela primeira vez na televisão" na Sessão das Dez na emissora de Sílvio Santos e depois não me cansei de rever no Cinema em Casa durante às tardes, sempre que podia. Outros que eu curtia: "Dragões em Dose Dupla" (1992) e "O jovem mestre do Kung Fu" (1980).
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| Jackie Chan com (esq. p/ dir.): Shoko Ikeda, Carol Chang e Eva Cobo |
Há duas versões de Um Kickboxer Muito Louco, a primeira com esse título engraçado (comuns em títulos americanos B da época) chegou ao Brasil pela extinta distribuidora Reserva Especial Vídeo nos tempos do VHS, trata-se da fita original de Hong Kong (comprada pelo SBT), já a segunda é baseada na editada, picotada e cagada versão da Dimension Films, posteriormente exibida pela Globo, logicamente com outra dublagem, é o que você verá na Sessão da Tarde sempre que reprisar.
A Dimension fez 14 minutos de corte sem razão, alterando também a trilha sonora, incluindo até uma abertura ridícula, do qual só o novo título dado ficou mais fiel por aqui: Operação Condor, em tradução literal. Para saber mais veja em Hong Kong Fanatic. A Band exibiu a versão original pela última vez, mas não foi na Sessão Kickboxer.
A Dimension fez 14 minutos de corte sem razão, alterando também a trilha sonora, incluindo até uma abertura ridícula, do qual só o novo título dado ficou mais fiel por aqui: Operação Condor, em tradução literal. Para saber mais veja em Hong Kong Fanatic. A Band exibiu a versão original pela última vez, mas não foi na Sessão Kickboxer.
Jackie Condor (Chan) retorna no papel de um caçador de tesouros do primeiro Armour of God (1986), dessa vez contratado clandestinamente para uma missão secreta a mando das Nações Unidas (!), com o objetivo de recuperar umas toneladas de ouro escondida pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Para que fique bem claro, o filme se passa nos dia atuais tá?
No meio do caminho Jackie enfrenta um grupo de mercenários, liderados por Adolf (não o Hitler, é o ator: Aldo Sambrell), um ex-soldado alemão que ajudou a esconder o ouro em algum lugar debaixo do Saara, o velho não mede esforços para deter a equipe de Jackie, que é totalmente assassinada pelo bando, restando somente (para a nossa alegria) o trio de gatinhas magrinhas: Ada (Carol 'Do Do' Cheng), a especialista em sobrevivência no deserto, que vive aos tapas com Jackie, Elsa (Eva Cobo), neta de um dos soldados alemães mortos durante a guerra e Momoko (Shoko Ikeda), uma vendedora ambulante de artesanato africano.
Superman!!!: Nesta cena antológica Jackie voa, se aproveitando do sistema de ar de numa base secreta nazista. Uma coisa que Jackie Chan não perdeu até hoje é a criatividade para encenar lutas em lugares exóticos. Não apenas as lutas são divertidas, repetindo muitas coreografias criadas nos anos 80, mas há diversas situações engraçadas criadas por Jackie Chan que assina o roteiro e direção de Operação Condor. Mas para curtir tudo isso é necessário assistir à versão original e não a editada pela Dimension Films.
Ainda bem que dessa vez Jackie manda Carol Cheng aparecer mostrando a bunda e não ele como de costume!
Além dos mercenários, Jackie enfrenta dois árabes trapalhões que também estão atrás do ouro.
Humor pastelão e situações inusitadas: o gerente do hotel em que os personagens se hospedam nunca perde uma chance na hora de tascar uma grana. Infelizmente os filmes atuais, mesmo os de Hong Kong não conseguem mais criar esse clima. Vi o Operação Zodíaco (2012) no qual Jackie retoma o personagem caçador de tesouros com uma nova equipe, mas não consegui me empolgar tanto quanto Operation Condor, ou mesmo o primeiro Armour of God. Chan inclusive refilma a cena da garota descontrolada com a metralhadora, mas sem o mesmo "charme". Talvez seja apenas implicância de velho de minha parte.
Pode ser baixado no Tela de Cinema
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
THE BERLIN FILE (2013)
베를린 [Bereurlin/The Berlin File]. Coreia do Sul, 2013. De Ryoo Seung Wan. Ação/Espionagem
Além de mostrar o básico daquilo que se espera de um filme de ação e espionagem, The Berlin File consegue ir um pouco além, embora não traga nada de revolucionário. Não faltam grampos telefônicos, perseguições, cenas de tiroteio, porrada de tirar o fôlego, além das reviravoltas na história (e olha que são muitas e coerentes).
constante vigilância: ninguém escapa de câmeras e microfones escondidos em The Berlin File
Ha Jun Woo foi um psicopata em The Chaser e um endividado sem perspectivas em The Yellow Sea. Em The Berlin File é um agente secreto da Coreia do Norte. Recebeu o prêmio de melhor ator no BaekSang Arts Awards de 2013
Mas o que mais gostei foi do roteiro do diretor Seung Wan Ryoo (de City of Violence) e de algumas atuações, em especial de Ha Jun Woo (de The Yellow Sea e The Chaser) que vive o protagonista Pyo Jong Sung, um espião da Coreia do Norte trabalhando na Embaixada de seu país em Berlim.
relação conturbada: entregar a vida à nação teve seu preço e mudou para sempre a vida de uma de uma família feliz estremeceu a base de uma relação: a confiança. Gianna Jun e Ha Jun Woo em cena vivem momentos tensos nos quais não podem mais confiar um no outro
O personagem principal carrega o fardo de ser o herói nacional da república e sua vida complica quando sua esposa, a intérprete da embaixada é acusada por espionagem em favor dos sul-coreanos. Vale o destaque também dessa atriz, Gianna Jun (de My Sassy Girl) que vive uma mulher sofrida na trama.
E nesse conflito de denunciar a própria esposa, com suspeita de deserção e assim cumprir incondicionalmente sua missão, Jong Sung também é acusado de ser um possível agente duplo e o governo de Pyongyang envia ao seu encalço outro implacável agente, Dong Myung Soo (Ryoo Seung Bum) para dar cabo do herói e de sua esposa, mais o embaixador, outro suspeito de traição.
tenso: correria, tiroteio e porrada bem coordenados, mas bem que poderia ter mais.
Doo Hong Jung (Fighter in The Wind) é quem coordena a ação em The Berlin File.
Doo Hong Jung (Fighter in The Wind) é quem coordena a ação em The Berlin File.
Jong Sung se descobre no meio de uma armação e se volta contra o sistema que na verdade conta com uma grande rede de corrupção e negócios nada oficiais e decide fugir com a esposa, após ela contar que está grávida.
Han Suk Kyu é um agente sul-coreano que vive em conflito com os seus superiores
Outro personagem importante, aliás o co-protagonista da película é o agente sul-coreano Jung Jin Soo (Han Suk Kyu de Shiri), um sujeito da velha escola que odeia comunistas e esta é a sua maior motivação por seguir de perto as transações do país inimigo em Berlim. Ele também passa a perseguir Jong Sung e trava desentendimentos constantes com os seus superiores incompetentes.
Ryoo Seung Bum como o vilão implacável
Falei e falei, mas não contei nada que seja considerado um spoiler, tem muito mais para você descobrir em The Berlin File. Procure ver e tire suas conclusões, muita coisa foge da obviedade do tipo "sul-coreanos do bem contra os comunistas maus do norte", o drama dos personagens e a montagem de cenas são bem trabalhadas, garantindo que você não tire a atenção da tela ao longo das duas horas. Não o julgue pelo trailer.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Filmes Coreanos
악마를 보았다 [Angmareul Boatda] / I saw the devil. Coreia do Sul, 2010. De Kim Jee Woon. Drama/Crime
"Eu vi o diabo" é violento, é tenso, porém humano. Kim Soo Hyeon (Byung Hun Lee), um agente federal descobre quem é o serial killer que matou sua noiva, mas ao invés de entregá-lo à polícia, decide aplicar uma forma vingativa tão cruel quanto ao do maníaco. O sofrimento que o protagonista vive nos comove e nos faz simpatizar e torcer por ele de imediato, porém aí nos deparamos com uma situação que nos faz refletir se a decisão do herói foi a mais "justa" e o diretor Kim Jee Woon mostra tudo isso da forma mais dolorosa. As cenas são chocantes, mas jamais são mera violência gratuita. A atuações de Byun Hun Lee e Min Sik Choi são espetaculares. Um filmaço! Mas tirem as crianças da sala primeiro.
Leia a melhor crítica de I saw the devil no Dementia 13 de Ronald Perrone.
Leia a melhor crítica de I saw the devil no Dementia 13 de Ronald Perrone.
A adaptação traz novamente os três principais personagens e a temática da amizade e honra num ambiente restritamente masculino estão na pauta. Há um novo desfecho, mas enfim não odiei o novo A Better Tomorrow, apesar de ser fã dos primeiros dois filmes da trilogia de John Woo, que também assina a produção executiva deste remake dirigido por Song Hae Sung. Vale uma conferida pra quem ainda viu.
Ambos os filmes estão disponíveis na Netflix. Também curti demais O Caçador (The Chaser), filmão do mesmo patamar de I saw the devil, comento depois.
Ambos os filmes estão disponíveis na Netflix. Também curti demais O Caçador (The Chaser), filmão do mesmo patamar de I saw the devil, comento depois.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Fire of Conscience
火龍 [For Lung] / Fire of Conscience. China/Hong Kong, 2010. De Dante Lam. Ação/Policial/Drama
Um dos bons policiais da nova geração do cinema de Hong Kong. O diretor Dante Lam não faz feio, e é muito melhor que Benny Chan para este gênero (minha opinião). Lembra um pouco os filmes mais antigos daqueles do John Woo, mas não vai tão longe assim. Destaque para Leon Lai que faz o típico tira durão que entrega a vida no trabalho, mas é atormentado pelo sentimento de vingança. Richie Ren (ou Jen) também encarna bem seu personagem, os dois são astros pops e cantam a música tema. Vivian Hsu também está no elenco. Bom programa para curtir à noite.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Feliz Natal, Feliz Ano Novo e Boa semana!
Pois é, mais um ano está indo embora. Já estamos praticamente no Natal e a alguns passos de 2014. E a vida segue semana a semana... Som do Do As Infinity com "Week!" para todo mundo:
domingo, 21 de julho de 2013
Recomendo: 20th Century Boys (o mangá)
Se você me perguntar qual mangá vale a pena comprar para ler, eu lhe respondo sem pensar muito: o premiadíssimo 20th Century Boys. E se por acaso você já viu o live action baseado no mangá e não curtiu, esqueça o filme, e se curtiu também esqueça! Porque o mangá é enormemente superior. Não se trata de um seinen qualquer, é um banho de cultura pop japonesa numa história de ficção, ação, drama, comédia, aventura e... até rock.
Leia matéria sobre o mangá 20th Century Boys no site Omelete.
Leia as críticas e os reviews do mangá no Universo HQ.
20th Century Boys é publicação bimestral da Panini Comics. Cada volume custa R$ 10,90. E vale cada centavo das suas 216 páginas.
domingo, 20 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Oppai Volleyball (おっぱいバレー)
(Oppai Bare. Japão, 2009)
Sinopse
Uma jovem professora de literatura chega à escola ginasial Tobata, ela é a jovem Mikako Terashima, bonita a ponto de fazer os garotos que passam pela puberdade soltar os hormônios pelo nariz.
A esforçada professora Mikako também é designada a treinar e motivar o fracassado time de vôlei masculino da escola. A equipe é formada por moleques vagabundos que só pensam naquilo: Ôppai (seios), espiar meninas se trocando e ficar vendo revistas de mulher pelada o dia todo. E quase infartaram de alegria ao saber de sua nova tutora.
A confusão começa quando a ingênua moça cai na cilada dos alunos e topa por acidente a promessa de mostrar seus seios aos meninos caso eles se esforcem e vençam o torneio regional de vôlei.
Como dá pra notar, no Japão ninguém liga pra spoilers, se você entende japonês, resumão no vídeo abaixo produzido para a tv:
Como dá pra notar, no Japão ninguém liga pra spoilers, se você entende japonês, resumão no vídeo abaixo produzido para a tv:
O filme cumpre bem ao que se propõe, é uma comédia leve e divertida, mas sem deixar de lado características do "drama" japonês. O roteiro é bem trabalhado, incluindo a típica moral da história com o jeitinho nipônico de mostrar valores como a amizade e a perseverança, sem ser forçado, mas alguns clichês parecem “inevitáveis” como a cena em que a protagonista corre para encontrar seus alunos (você encontra muito disso nos filmes japoneses).
A produção
Destaque
O destaque é a carismática professora Mikako Terashima, que na época do ginásio não era um exemplo de aluna, chegando a cometer delitos na escola. E numa dessas, teve que cumprir aulas de detenção, durante o período teve que fazer redações a contra gosto, mas descobriu sua vocação para a literatura e encorajada por um professor, decidiu a carreira que seguiria pelo resto da vida.
A protagonista da história é vivida por Haruka Ayase, uma popular atriz e modelo, que inclui ainda carreira de cantora em seu currículo, embora isso não seja o seu forte. Ela estrelou telenovelas de sucesso como “Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu” e “Hotaru no Hikari” filmes de vários outros gêneros como “Ichi” e “Cyborg She”, todos títulos inéditos no Brasil, porém bastante conhecidos pelos fãs brasileiros de “doramas” e filmes asiáticos. Ela começou a carreira como gravure idol (não confunda com "av idol"), mas há muito está na lista dos artistas de "primeira categoria".
Haruka ainda levou com Oppai Volleyball o prêmio de atriz mais popular no 33º Japan Academy Prize e melhor atriz no Blue Ribbon Award.
Haruka ainda levou com Oppai Volleyball o prêmio de atriz mais popular no 33º Japan Academy Prize e melhor atriz no Blue Ribbon Award.
Outros atores
Participam da trama Munetaka Aoki (O Sanosuke Sagara do live-action de Samurai X) que tenta xavecar sem sucesso a recém-chegada colega de trabalho Mikako Terashima, mas acaba se tornando o seu melhor amigo.
Há outros jovens promissores atores como Haruki Kimura, Suzuka Ohgo (Memórias de uma Gueixa) que faz uma ponta, até o já veterano Toru Nakamura faz uma participação importante. Conheçam todo o elenco principal no Asian Wiki.
Enfim, recomendo uma olhada em "ôppai", digo, em Oppai Volleyball, um filme simpático e divertido, comédia com toques de drama ambientado no Japão de 1979. A música tema é cantanda pela dupla Cacao, muitas músicas Pop japonesas da época também são tocadas ao longo do filme de pouco mais de 1h42min.
Infelizmente, no filme você não encontrará nenhuma cena que se aproxime das fotos acima. E há fotos melhores da Haruka Ayase...
Mais informações:
Mais informações:
Onde baixar com boa qualidade:
Asia Torrents (é preciso se cadastrar)
domingo, 30 de dezembro de 2012
2012, afinal o que dizer sobre o que foi 2012?
Duas frases:
Primeira: Vai Corinthians!
Segunda: GANGNAM STYLE!
Desejo aos visitantes do blog, que em 2013 conquistem mais títulos continentais e mundiais e mais 1 bilhão na conta bancária (ou acessos nos twitters e blogs)!
sábado, 8 de dezembro de 2012
Ike! Corinthians!
Para aqueles que tiravam sarro dizendo que corintiano jamais conheceria o Japão: O Corinthians sempre esteve no Japão e vai se espalhar pelo mundo, independente do resultado. Vai Corinthians!
Destaques da Tv Japonesa: Emerson (ex-Urawa Reds Diamonds) e Danilo (ex-Kashima Antlers) "coincidentemente" foram os caras decisivos da Copa Libertadores 2012.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Jackie Chan no Brasil e pausa do blog
Recebi com surpresa a notícia da rápida passagem de Jackie Chan pelo Brasil nesta última sexta-feira (03/02/2012), ele veio buscar o jato Legacy da Embraer que adquiriu por US$ 30 milhões. O astro é o embaixador da multinacional brasileira lá na Ásia.
Eu já sabia que Chan havia se tornado o garoto propaganda da Embraer ano passado, mas duvidava que ele viesse ao Brasil. Mesmo que a sua visita tenha sido breve, achei muito legal saber que um dos grandes ídolos asiáticos pisou em nossas terras.
Pena que seja praticamente impossível Jackie Chan filmar algum filme aqui. Atualmente ele está trabalhando em Chinese Zodiac previsto para estrear no mês de dezembro em Hong Kong.
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E o blog Age of Asia dá agora uma pausa maior do que a de costume, devo voltar lá pelas férias de julho ou dezembro, não sei ao certo. Estarei um pouco mais ativo no twitter @ageofasia aos finais de semana e feriados.
P.S.: Ops! Esqueci: Jackie Chan visitou ainda as Cataratas do Iguaçu no dia 4 como pode ser visto aqui e aqui, posou para fotos e afirmou:
P.S.: Ops! Esqueci: Jackie Chan visitou ainda as Cataratas do Iguaçu no dia 4 como pode ser visto aqui e aqui, posou para fotos e afirmou:
“Este lugar é fantástico. Seria um ótimo local para fazer um filme”
Jackie Chan, segundo a CBN.
P.S.2: O Erick do Onari Blog esteve bem próximo de Jackie Chan.
P.S.3: As fotos de Jackie Chan visitando as Cataratas do Iguaçu podem ser vistas em seu site oficial:
http://jackiechan.com/news/1721062--Jackie-Visits-Brazil
P.S.3: As fotos de Jackie Chan visitando as Cataratas do Iguaçu podem ser vistas em seu site oficial:
http://jackiechan.com/news/1721062--Jackie-Visits-Brazil
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
THE MAN FROM NOWHERE (Ajeossi)
Utilizando-se de elementos presentes em muitos outros filmes de ação, The Man From Nowhere (Coreia do Sul, 2010) de Lee Jeong-beom prende o espectador com a boa narrativa, cenas de ação caprichadas, sem esquecer do conteúdo emocional e a diversão em suas duas horas muito bem trabalhadas.
Em ação: Won Bin (de Mother e A Irmandade da Guerra) encarna bem o espírito de seu personagem: muito convincente na pele do herói frio e brutal nas lutas e perseguições.
Tae-sik (Won Bin) é um misterioso dono de uma loja de penhores, mesmo sendo antissocial faz amizade com a menina So-mi (Kim Sae-ron), sua vizinha que busca a todo custo aprofundar a amizade com o rapaz a quem ela enxerga a figura paterna que nunca teve.
So-mi vive com a mãe, uma mulher perdida na prostituição e viciada em heroína, a situação fode de vez quando essa infeliz resolve roubar a cocaína de uma máfia da pesada, que não deixa por menos, em resposta os malfeitores sequestram as duas. A mãe tem um destino cruel: é dilacerada e seus órgãos arrancados e vendidos. A gangue liderada pelos cruéis irmãos Seok armam uma cilada e culpam Tae-sik (Won Bin) pelo crime, além de usá-lo para se livrar de um traficante rival.
A fúria de Tae-sik explode e ele sai à caça dos bandidos para resgatar So-mi, descobre sozinho o esquema do crime que envolve tráfico de órgãos, drogas e crianças. Sem poder contar com a polícia que só atrapalha, mas nos revela o passado de Tae-sik, o herói faz tudo do seu jeito e do jeito que a gente gosta de ver: elimina sem dó os covardes que aparecem pela frente.
A briga final é memorável, coreografia de luta rápida e violenta!
característica interessante explorada: lutas filmadas de frente para o ator, era comum ver isso nos filmes de Bruce Lee
A adorável Kim Sae-ron (aos 10 anos de idade), estrelou também o drama A Brand New Life (2009). Antes de tudo, "Ajeossi" é a história da amizade pura entre a menina e o dono da loja de penhores
No Japão: lançamento de 3 edições especiais em DVD e Blu-ray, com discos duplos cada um. Foram lançados hoje (02/02/2012). Título no Japão: "Ajioshi" (アジョシ) Fonte: Amazon.co.jp
Atualizado:
Você pode assistir a Ajeossi ou "Homem de Lugar Nenhum", título aqui adotado no Netflix. Legendado em português.
Leia a ótima crítica do filme no CineDrops (22/11/2013).
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