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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Ong Bak 3
Entre os lançamentos asiáticos de grande repercussão no cinema de 2010, Ong Bak 3 está entre os filmes que eu ainda não vi, fiquei esperando pacientemente por seu lançamento oficial no Brasil. Vamos ver se tenho sorte de encontrá-lo nas locadoras. Distribuição da Califórnia Filmes.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Filmes asiáticos
Vibrei com Cidade da Violência (City of Violence, 2006) de Ryu Seung-wan, agressivo filme sul-coreano de ação. E finalmente pude matar a vontade e ver o retorno de Tony Jaa, agora como diretor em Ong Bak 2, mas eu percebi que eu tô ficando cada vez mais chato, pois o filme acabou e fiquei esperando mais e fiquei me perguntando: ué? já acabou? Era "só isso"? Brincadeira, claro que curti, mas como já haviam comentado o Heráclito e o Diego Martins, o final foi diferente do que eu havia imaginado.
Já estou com Kabei - Nossa mãe (Kaabee, 2008) do diretor Yôji Yamada, que me desculpem a minha falta de informação, mas eu achei que eu só conhecia um único trabalho do diretor que é o O Samurai do Entardecer (Tasogare Seibei) conforme comentei outro dia, mas na realidade eu já assisto aos filmes de Yamada desde criança: a série de filmes "Tsuribaka Nisshi", "Otoko wa tsurayo" (do saudoso Tora-san), "Shiawase no kiiroi hankachi" (1977), são todos clássicos do cinema japonês. Eu só não sabia o nome do diretor que já esteve no Brasil! Vivendo e aprendendo...
cena de um dos 48 filmes da maior cinessérie mundial: "Otoko wa Tsurai yo" estrelado por Atsumi Kiyoshi no personagem "Tora-san"
trecho de Haruka naru yama no yobigoe (1980) - outra obra que ainda não vi do diretor Yamada
Post recente sobre Tora-san, clique aqui
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Antes de sair procurando filmes asiáticos para baixar, preste atenção nas locadoras de vídeo, muita coisa já foi lançada oficialmente no Brasil. Sai mais barato alugar o DVD e ainda você poderá estar contribuindo para que novos filmes da Ásia venham para cá.
Filmes divulgados aqui, já lançados no Brasil:
Ong Bak 2 (Califórnia Filmes)
Cidade da Violência (Flashstar Home Video)
Muito do cinema asiático infelizmente não é licenciado no Brasil e nunca será, neste caso recomendo o Asian Space ou o Avistaz (torrent).
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Review: Chocolate (2008)
Antes de assistir eu já estava elogiando Chocolate (Tailândia, 2008) de Prachya Pinkaew, mas dessa vez pude ver com mais calma do início ao fim esta obra de arte dos filmes de luta. Que filmaço!
O grande destaque é mesmo a protagonista Jeeja Yanin, que ao mesmo tempo que consegue transmitir agressividade nas brigas, também mostra seu lado sereno e infantil. "Zen" é uma garota autista, mas que tem reflexos apuradíssimos e desenvolveu habilidades incríveis, uma personagem que ficará nas nossas memórias por muito tempo.
Jeeja também entra na lista dos poucos que conseguiram fazer história já no seu filme de estréia. Quantos conseguiram isso? Jackie Chan sofreu uma década para começar a ficar famoso. E Prachya Pinkaew é competente e com uma visão que poucos diretores têm, vide seu outro célebre pupilo, Tony Jaa.
As lutas são exageradíssimas, criativas e divertidas, mas pé no chão, sem truques virtuais. Alguns destacam só a beleza da atriz, mas suas habilidades são comprovadas.
Leia mais detalhes no Asian Fury, também com diversas imagens legais de Chocolate e outras curiosidade e fotos de Jeeja Yanin. O cine-Dewoony também traz uma resenha completíssima.
O grande destaque é mesmo a protagonista Jeeja Yanin, que ao mesmo tempo que consegue transmitir agressividade nas brigas, também mostra seu lado sereno e infantil. "Zen" é uma garota autista, mas que tem reflexos apuradíssimos e desenvolveu habilidades incríveis, uma personagem que ficará nas nossas memórias por muito tempo.
Lançado no Brasil pela Paris Filmes em 2009. Procure nas locadoras ou compre nas americanas!
Jeeja também entra na lista dos poucos que conseguiram fazer história já no seu filme de estréia. Quantos conseguiram isso? Jackie Chan sofreu uma década para começar a ficar famoso. E Prachya Pinkaew é competente e com uma visão que poucos diretores têm, vide seu outro célebre pupilo, Tony Jaa.
As lutas são exageradíssimas, criativas e divertidas, mas pé no chão, sem truques virtuais. Alguns destacam só a beleza da atriz, mas suas habilidades são comprovadas.
Leia mais detalhes no Asian Fury, também com diversas imagens legais de Chocolate e outras curiosidade e fotos de Jeeja Yanin. O cine-Dewoony também traz uma resenha completíssima.
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