Este blog surgiu na onda dos blogueiros cinéfilos, que falavam sobre filmes, animes e outras nerdices. Naquela época (e já faz tempo!) não existia nenhum youtuber dedicado à filmes de artes marciais. Mas hoje temos um que está fazendo um trabalho muito bem feito e evolui a cada dia, é o Cinema Alex Michael Já sou fã desse cara, então entra no canal dele e se inscreve:
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Na Era dos Youtubers...
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Fire of Conscience
火龍 [For Lung] / Fire of Conscience. China/Hong Kong, 2010. De Dante Lam. Ação/Policial/Drama
Um dos bons policiais da nova geração do cinema de Hong Kong. O diretor Dante Lam não faz feio, e é muito melhor que Benny Chan para este gênero (minha opinião). Lembra um pouco os filmes mais antigos daqueles do John Woo, mas não vai tão longe assim. Destaque para Leon Lai que faz o típico tira durão que entrega a vida no trabalho, mas é atormentado pelo sentimento de vingança. Richie Ren (ou Jen) também encarna bem seu personagem, os dois são astros pops e cantam a música tema. Vivian Hsu também está no elenco. Bom programa para curtir à noite.
sábado, 16 de julho de 2011
comentando rápido: Space Battleship Yamato (aka: Patrulha Estelar)
Sem delongas gostaria de deixar minhas impressões que tive do filme "Patrulha Estelar" (Space Battleship Yamato (2010):
- Visual de arrepiar, capricharam no design de produção, a adaptação visual do anime para o live action é de muito bom gosto;
- O filme é tenso e apresenta sempre momentos de reviravolta, quando tudo parece dar certo algo dá errado ou vice-versa, características dos animes. Achei legal o tipo de narrativa adotada, apesar de não ser inovador;
- Há boa química entre os personagens de Takuya Kimura (Kodai) e Meisa Kuroki (Yuki), apesar de que a musa aparece meio "tímida" no início da trama e sua personagem sofreu alterações, além da cor do cabelo;
- A música é de Naoki Sato que soube botar a trilha sonora original composta por Hiroshi Miyagawa (1931-2006) em um momento oportuno do longa. Saiba mais sobre Miyagawa no Sushi Pop;
- O tema de encerramento curiosamente não é nenhum JPop e sim Steven Tyler cantando "Love Lives";
- Como não sou fã de carteirinha do seriado original, não tive do que reclamar em boa parte desse live, pois ficou muito melhor do que eu esperava, inclusive o desfecho, que achei emocionante.
Uchu Senkan Yamato ou Patrulha Estelar (título brasileiro) é um dos grandes clássicos da animação japonesa, produzido entre os meados das décadas de 70/80. Se você quiser saber mais visite o JBox, eles contam tudo.
Meisa Kuroki é uma das atrizes nipônicas em grande ascensão atualmente. Para saber mais da gata, acesse a matéria especial do JWave, que segundo informações de Giuliano Peccilli, Meisa é 25% brasileira (!!!).
Takuya Kimura provou que ainda é o galã japonês e é o protagonista e principal destaque de Space Battleship Yamato, saiba mais do ator em matéria especial no JWave.
Alexandre Nagado é um fã da série animada e vale ficar de olho em seu blog Sushi Pop para ler novidades e críticas do filme.
Em 2010 foi anunciado que Patrulha Estelar seria lançado nos cinemas brasileiros em janeiro de 2011, mas tudo indica que não passou de boato. Estamos à espera...
Para quem não aguardava uma cena de beijo, aí está Takuya Kimura e Meisa Kuroki. Acaba até rolando algo mais, descobri isso só ao final do filme...
- Visual de arrepiar, capricharam no design de produção, a adaptação visual do anime para o live action é de muito bom gosto;
- O filme é tenso e apresenta sempre momentos de reviravolta, quando tudo parece dar certo algo dá errado ou vice-versa, características dos animes. Achei legal o tipo de narrativa adotada, apesar de não ser inovador;
- Há boa química entre os personagens de Takuya Kimura (Kodai) e Meisa Kuroki (Yuki), apesar de que a musa aparece meio "tímida" no início da trama e sua personagem sofreu alterações, além da cor do cabelo;
- A música é de Naoki Sato que soube botar a trilha sonora original composta por Hiroshi Miyagawa (1931-2006) em um momento oportuno do longa. Saiba mais sobre Miyagawa no Sushi Pop;
- O tema de encerramento curiosamente não é nenhum JPop e sim Steven Tyler cantando "Love Lives";
- Como não sou fã de carteirinha do seriado original, não tive do que reclamar em boa parte desse live, pois ficou muito melhor do que eu esperava, inclusive o desfecho, que achei emocionante.
Houve uma melhora significativa na CG do cinema japonês.
Space Battleship Yamato não se concentra apenas em batalhas espaciais, há também muito diálogo, apesar de se destoar um pouco do anime.
Momentos de descontração
Dizem que Takuya Kimura costuma influenciar os jovens japoneses. No filme ele aparece malhado e chega até a fazer abdominais nesta cena. Pronto, está lançada a moda.
Yamato parte para sua derradeira missão...
Uchu Senkan Yamato ou Patrulha Estelar (título brasileiro) é um dos grandes clássicos da animação japonesa, produzido entre os meados das décadas de 70/80. Se você quiser saber mais visite o JBox, eles contam tudo.
Meisa Kuroki é uma das atrizes nipônicas em grande ascensão atualmente. Para saber mais da gata, acesse a matéria especial do JWave, que segundo informações de Giuliano Peccilli, Meisa é 25% brasileira (!!!).
Takuya Kimura provou que ainda é o galã japonês e é o protagonista e principal destaque de Space Battleship Yamato, saiba mais do ator em matéria especial no JWave.
Alexandre Nagado é um fã da série animada e vale ficar de olho em seu blog Sushi Pop para ler novidades e críticas do filme.
Em 2010 foi anunciado que Patrulha Estelar seria lançado nos cinemas brasileiros em janeiro de 2011, mas tudo indica que não passou de boato. Estamos à espera...
site oficial do filme: http://yamato-movie.net/
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domingo, 24 de abril de 2011
71 Into The Fire
71 Into The Fire, Coreia do Sul 2010
Baseado na batalha que envolveu 71 soldados estudantes sul-coreanos que resistiram por 11 horas ao avanço das tropas da Coreia do Norte num colégio da cidade de Pohang durante a sangrenta Guerra da Coreia.
Um belíssimo filme, porém não supera o Irmandade da Guerra (The Brotherhood of War. Coreia do Sul, 2004), mesmo assim, 71 Into The Fire possui todas as qualidades técnicas do "irmão" Irmandade da Guerra, só perde um pouco em detalhes de roteiro e dramaticidade, mas só um pouco mesmo. Este filmão está acima de muita produção hollywoodiana. Espero que o filme seja lançado em breve no mercado brasileiro.
sábado, 23 de abril de 2011
Chen Zhen
Já foi lançado há um mês no Brasil, mas não poderia deixar passar em branco este grande filme. Recomendadíssimo. Donnie Yen nas cenas finais com o nunchaku é de arrepiar!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
"O Destemido", filme de Yuen Woo Ping já está nas locadoras!
Yuen Woo Ping está entre os diretores de ação e artes marciais mais respeitados e experientes do cinema, este último trabalho não chega a ser tão bom comparado a seus filmes mais criativos das décadas de 70 e 80, mas a sua habilidade de "fazer diversão" continua a mesma. O legal é assistir ao O Destemido e encontrar ali, praticamente todos os ingredientes que o diretor já utilizou ao longo de sua carreira.
Vale ressaltar ainda que Woo Ping evoluiu muito a sua capacidade de narrar a história, pelo menos eu notei isso. O roteiro é de Christine To, a mesma roteirista de O mestre das Armas.
Vincent Zhao mandou muito bem no papel principal e há tempos ele não dava as caras no cinema. Michelle Yeoh, David Carradine (pouco antes de morrer), Jay Chou e Gordon Liu fizeram participações especiais muito bacanas. A música tema é cantada por Zhou Xun que também co-estrela a trama.
PS: não sabia que a Imagem Filmes também fazia parte da Focus/Flashstar.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
BRUCE LEE: ENTER THE DRAGON
Quando eu nem tinha videocassete em casa, me contentava em ver as exaustivas reprises da Tv. Na velha Sessão das Dez, via e revia "McQuade - O lobo solitário", "A Coisa" (quem não lembra da maldita coisa branca?), "Trovão Azul" e claro: "Operação Dragão"!
Não há muitas novidades para se ficar contando de um dos filmes mais famosos do gênero, com um astro que se tornou mito, mas revê-lo depois de mais de uma década em formato digital é relembrar de muita coisa boa do passado, e coisa ruim também como por exemplo: não existia imagem boa na Tv.
De toda a filmografia de Bruce Lee, Enter The Dragon é o que apresenta um roteiro mais racional, aonde até mesmo existe a justificativa do "por que alguém não saca de uma 45, atira e pronto?". Nada disso, na ilha do grande vilão Han (Kien Shih), armas não são permitidas e o porte de armas de fogo naquela região é restritamente proibido.
E na terra de Han, ele realiza um torneio de artes-marciais, isso nada mais é do que uma fachada para encobrir o seu verdadeiro negócio sujo, que envolvem comércio de drogas e prostituição. Mas ninguém conseguiu provas para pegar o velho "metido a Dr. No".
Uma agência britânica incubida de reunir as tais evidências contrata Lee, um membro do Templo Shaolin, que se infiltra na ilha como um convidado no fajuto torneio de Han.
Além de desmantelar a quadrilha toda, Lee ainda se vinga de sua irmã (Angela Mao), que foi morta (na verdade ela se matou) por um dos capangas de Han, o cara da cicatriz Ohara (Robert Wall).
Co-estrelam ainda John Saxon e Jim Kelly, grandes atores e alunos de Bruce Lee. Bolo Yeung também ficaria mais do que conhecido pelo mundo como o eterno cara mau, quando eu era criança o odiava, mas hoje percebo o quanto é importante e divertido termos um vilão tão carismático como ele num filme de ação. A música de Lalo Schifrin também é daquelas que entram na cabeça e não saem mais.
As coreografias de luta de Bruce Lee são simples, com golpes certeiros e diretos, sem enrolação ele chega, dá um soco fulminante que mata o pobre coitado que estiver no seu caminho. Mas o mais legal é a expressão que Lee faz, a aura que poucos atores conseguem nos passar nas cenas de luta, é isso o que nós chamamos de carisma.
Não há muitas novidades para se ficar contando de um dos filmes mais famosos do gênero, com um astro que se tornou mito, mas revê-lo depois de mais de uma década em formato digital é relembrar de muita coisa boa do passado, e coisa ruim também como por exemplo: não existia imagem boa na Tv.
Sammo Hung também encarou a fúria de Bruce Lee
E na terra de Han, ele realiza um torneio de artes-marciais, isso nada mais é do que uma fachada para encobrir o seu verdadeiro negócio sujo, que envolvem comércio de drogas e prostituição. Mas ninguém conseguiu provas para pegar o velho "metido a Dr. No".
Robert Wall toma uma surra de mortal, e o figurante Jackie Chan tem o pescoço quebrado por Lee
Além de desmantelar a quadrilha toda, Lee ainda se vinga de sua irmã (Angela Mao), que foi morta (na verdade ela se matou) por um dos capangas de Han, o cara da cicatriz Ohara (Robert Wall).
Co-estrelam ainda John Saxon e Jim Kelly, grandes atores e alunos de Bruce Lee. Bolo Yeung também ficaria mais do que conhecido pelo mundo como o eterno cara mau, quando eu era criança o odiava, mas hoje percebo o quanto é importante e divertido termos um vilão tão carismático como ele num filme de ação. A música de Lalo Schifrin também é daquelas que entram na cabeça e não saem mais.
Jim Kelly enfrenta Kien Shih, e Bolo mata covardemente um infeliz que dormiu no ponto
um contra mil: para que servem esses dublês-figurantes a não ser apanharem até morrer?
o duelo final na sala de espelhos é memorável
sábado, 5 de setembro de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Alan canta tema de RED CLIFF Part II
Muitos colegas já assistiram à segunda parte de RED CLIFF e andaram reclamando do desfecho desse épico de John Woo. Eu ainda não vi, e mesmo assim continuo na expectativa de que o filme me agrade, pelo menos o clipe de Alan Dawazhuoma (ou Dawa Dolma) cantando a música-tema "Chi Bi Da Jiang Dong Qu" ficou muito bom:
Alan também gravou em japonês: "Kuon no Kawa"
blog oficial da cantora: http://blog.sina.com.cn/alanlan
Se você entender chinês. E se você entender, me traduza por favor :)
Alan também gravou em japonês: "Kuon no Kawa"
blog oficial da cantora: http://blog.sina.com.cn/alanlan
Se você entender chinês. E se você entender, me traduza por favor :)
sábado, 18 de julho de 2009
Cinema: GENGHIS KHAN
Em finais de 2007, no mesmo ano de seu lançamento no Japão, chegou às locadoras brasileiras o inesperado "Genghis Khan - O Imperador do Medo" de Shinichiro Sawai pela Paris Filmes. À primeira vista pensei que fosse uma produção chinesa, mas trata-se de um épico melodramático que teve como concorrente "Mongol"(Cazaquistão, 2007) de Sergei Bodrov, atualmente em cartaz nos cinemas daqui. Ambos contam a história de um dos maiores conquistadores do planeta, Temudjin ou Genghis Khan como o herói passou a ser conhecido.[estrelado por Takashi Sorimachi]
Por onde passou, "Aoki Okami: Chi hate umi tsukiru made" - nome original da produção nipônica - não atingiu popularidade, seja porque foi ofuscado pela obra de Bodrov, ou mesmo pelo seu roteiro mediano. Mas qualidades também não faltam, afinal foram 27 anos de produção conforme diz o trailer. Todos os atores principais são japoneses, é o mesmo que assistir a épicos de romanos interpretados por atores de Hollywood, falado em inglês.
Outra característica a ressaltar é que apesar de ser classificado com o gênero ação pela própria Paris Filmes, tá mais pra drama mesmo, tem poquíssimas cenas de luta.
E não poderia deixar de ter uma música-tema J-Pop, "Innocent Blue" interpretada pela cantora sul-coreana Mink.
[Rei Kikukawa está no elenco e estrela o clip]
Fato interessante é que na produção cazaque, o protagonista é um ator japonês (Tadanobu Asano), aliás, este filme traz um elenco etnicamente bem variado. Leia mais sobre Mongol no blog SUPER ACTION do Jau.
Aoki Okami[japonês]: significa lobo azul, conforme a lenda Genghis Khan e seu povo eram descendentes deste animal sagrado.
sábado, 11 de julho de 2009
"Hachi - yakusoku no inu" estreia nos cinemas japoneses em agosto
O filme hollywoodiano Hachiko: A dog's Story, estrelado por Richard Gere estreia em 8 de agosto no Japão conforme este trailer veiculado pela Shochiku, que cuida da distribuição por lá:
Note na música tema de Thelma Aoyama - "Wasurenai yo" (Não Esquecerei)
veja o clipe original da música aqui.
Tenha mais informações no blog Moshi Moshi.
Note na música tema de Thelma Aoyama - "Wasurenai yo" (Não Esquecerei)
veja o clipe original da música aqui.
Tenha mais informações no blog Moshi Moshi.
"Hachiko Monogatari" de 1987 foi a primeira adaptação desta história verídica que mostra a amizade entre um cão da raça Akita e um professor universitário. Recentemente a Shochiku o relançou em DVD (no Japão, lógico):
O filme de Gere foi lançado nos cinemas brasileiros como "Sempre ao seu lado" pela Imagem Filmes (25/12), vou aguardar o DVD. Leia a crítica e a resenhas em:
Omelete
última atualização: 28/12/2009.
Omelete
última atualização: 28/12/2009.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Olha o que vem por aí: filme brasileiro de artes marciais
Li agora a pouco no 100 grana e tenho esperanças que seja coisa boa:
BESOURO
Nada de Kung fu, Karate ou Muai Thai, é Capoeira, mano!
Leia a crítica de Ailton Monteiro de Diário de um Cinéfilo
Leia a crítica de Ailton Monteiro de Diário de um Cinéfilo
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Last Operations Under the Orion
Tá aí um filme que estreou este mês nos cinemas japoneses: Manatsu no Orion. Pelo o que dá pra ver no trailer até parece (eu disse que parece) uma versão nipônica de "Pearl Harbor de Michael Bay".Baseado no livro de Tsukasa Ikegami e dirigido por Tetsuo Shinohara, a obra narra a batalha naval ocorrida durante a 2ª Guerra Mundial entre o Japão e EUA no Pacífico.
Keiko Kitagawa, Hiroshi Tamaki e a Marinha americana e japonesa
site oficial: http://www.manatsu-orion.com/
site oficial: http://www.manatsu-orion.com/
terça-feira, 19 de maio de 2009
Filmes asiáticos
Vibrei com Cidade da Violência (City of Violence, 2006) de Ryu Seung-wan, agressivo filme sul-coreano de ação. E finalmente pude matar a vontade e ver o retorno de Tony Jaa, agora como diretor em Ong Bak 2, mas eu percebi que eu tô ficando cada vez mais chato, pois o filme acabou e fiquei esperando mais e fiquei me perguntando: ué? já acabou? Era "só isso"? Brincadeira, claro que curti, mas como já haviam comentado o Heráclito e o Diego Martins, o final foi diferente do que eu havia imaginado.
Já estou com Kabei - Nossa mãe (Kaabee, 2008) do diretor Yôji Yamada, que me desculpem a minha falta de informação, mas eu achei que eu só conhecia um único trabalho do diretor que é o O Samurai do Entardecer (Tasogare Seibei) conforme comentei outro dia, mas na realidade eu já assisto aos filmes de Yamada desde criança: a série de filmes "Tsuribaka Nisshi", "Otoko wa tsurayo" (do saudoso Tora-san), "Shiawase no kiiroi hankachi" (1977), são todos clássicos do cinema japonês. Eu só não sabia o nome do diretor que já esteve no Brasil! Vivendo e aprendendo...
cena de um dos 48 filmes da maior cinessérie mundial: "Otoko wa Tsurai yo" estrelado por Atsumi Kiyoshi no personagem "Tora-san"
trecho de Haruka naru yama no yobigoe (1980) - outra obra que ainda não vi do diretor Yamada
Post recente sobre Tora-san, clique aqui
Post recente sobre Tora-san, clique aqui
Antes de sair procurando filmes asiáticos para baixar, preste atenção nas locadoras de vídeo, muita coisa já foi lançada oficialmente no Brasil. Sai mais barato alugar o DVD e ainda você poderá estar contribuindo para que novos filmes da Ásia venham para cá.
Filmes divulgados aqui, já lançados no Brasil:
Ong Bak 2 (Califórnia Filmes)
Cidade da Violência (Flashstar Home Video)
Muito do cinema asiático infelizmente não é licenciado no Brasil e nunca será, neste caso recomendo o Asian Space ou o Avistaz (torrent).
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